{"id":6843,"date":"2019-07-01T16:15:19","date_gmt":"2019-07-01T19:15:19","guid":{"rendered":"http:\/\/bbconsultoria.net\/site\/?p=6843"},"modified":"2019-07-01T16:15:19","modified_gmt":"2019-07-01T19:15:19","slug":"base-teorica-de-bolsonaro-no-congresso-cai-50-em-6-meses-relacao-com-parlamentares-deve-continuar-ruim","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bbconsultoria.net\/site\/base-teorica-de-bolsonaro-no-congresso-cai-50-em-6-meses-relacao-com-parlamentares-deve-continuar-ruim\/","title":{"rendered":"Base te\u00f3rica de Bolsonaro no Congresso cai 50% em 6 meses; rela\u00e7\u00e3o com parlamentares deve continuar ruim"},"content":{"rendered":"<div>\n<div>Analistas elevam proje\u00e7\u00f5es para bancada &#8220;independente&#8221; no parlamento, na medida em que governo n\u00e3o investe na forma\u00e7\u00e3o de coaliz\u00e3o. Agenda p\u00f3s-Previd\u00eancia tende a ser foco de disputa<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-6844 size-full\" src=\"http:\/\/bbconsultoria.net\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/bolsonaro-assina.jpg\" alt=\"\" width=\"1008\" height=\"631\" srcset=\"https:\/\/bbconsultoria.net\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/bolsonaro-assina.jpg 1008w, https:\/\/bbconsultoria.net\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/bolsonaro-assina-300x188.jpg 300w, https:\/\/bbconsultoria.net\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/bolsonaro-assina-768x481.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1008px) 100vw, 1008px\" \/><\/div>\n<div>\n<div>\nSeis meses depois de o presidente Jair Bolsonaro (PSL) tomar posse, as proje\u00e7\u00f5es dos analistas pol\u00edticos para o tamanho da base do governo no Congresso Nacional ca\u00edram pela metade. \u00c9 o que mostra a sexta rodada do Bar\u00f4metro do Poder, iniciativa do InfoMoney que compila mensalmente as avalia\u00e7\u00f5es e proje\u00e7\u00f5es de algumas das vozes mais respeitadas pelo mercado sobre temas relacionados \u00e0 pol\u00edtica nacional. O levantamento foi feito entre os dias 26 e 28 de junho.<\/div>\n<div>\nO Bar\u00f4metro do poder mostra que, dividindo os 513 deputados federais e 81 senadores em tr\u00eas grandes grupos (alinhados com o governo, de oposi\u00e7\u00e3o e indefinidos), a m\u00e9dia das estimativas dos especialistas aponta para uma base aliada de 117 assentos na C\u00e2mara dos Deputados (23%) e 20 no Senado Federal (25%). Em janeiro, as proje\u00e7\u00f5es eram de 242 deputados e 38 senadores.<\/p>\n<p>As estimativas para o tamanho da oposi\u00e7\u00e3o nas duas casas legislativas apresentaram pouca diferen\u00e7a no per\u00edodo, oscilando de 150 deputados e 21 senadores, para atuais 145 e 22, respectivamente. Ao contr\u00e1rio do que se observou entre os &#8220;incertos&#8221;, que mais que dobraram de tamanho, ao sa\u00edrem de 121 deputados e 21 senadores para 251 e 39, nesta ordem.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, \u00e9 um retrato da avalia\u00e7\u00e3o de um governo permanentemente minorit\u00e1rio no Legislativo, sem forma\u00e7\u00e3o de coaliz\u00e3o e com maiorias eventuais, caso a caso. Na medida em que se acumulam os atritos entre Pal\u00e1cio do Planalto e Congresso Nacional, cresce o ceticismo dos especialistas quanto ao colch\u00e3o do governo no parlamento \u2013 o que tende a ser testado com maior intensidade quando a p\u00e1gina da reforma da Previd\u00eancia for virada e houver maior disputa pela agenda legislativa.<\/p>\n<p>\u201cSeis meses depois, o governo continua completamente perdido: n\u00e3o entende o presidencialismo de coaliz\u00e3o e prefere dobrar a aposta no aperto do Congresso e do STF pelas redes sociais e manifesta\u00e7\u00f5es de rua. Terminada a lua de mel, com 13,4 milh\u00f5es de desempregados, o jogo real come\u00e7ar\u00e1 agora no segundo semestre\u201d, afirmou um dos analistas consultados.<\/p>\n<p>Participaram desta edi\u00e7\u00e3o do Bar\u00f4metro do Poder nove casas de an\u00e1lise pol\u00edtica (BMJ Consultores, Control Risks, Eurasia Group, MCM Consultores, Medley Global Advisors, Prospectiva Consultoria, Pulso P\u00fablico, Tend\u00eancias Consultoria e XP Pol\u00edtica) e tr\u00eas analistas independentes (Antonio Lavareda, presidente do conselho cient\u00edfico do Ipespe; Carlos Melo, professor do Insper; e Thomas Traumann, jornalista e consultor pol\u00edtico). Conforme combinado com os colaboradores, os resultados s\u00e3o divulgados de forma agregada.<\/p>\n<p>Sem tr\u00e9gua no horizonte<br \/>\nO levantamento mostra que os analistas pol\u00edticos continuam pessimistas sobre a rela\u00e7\u00e3o entre governo e parlamento. Na avalia\u00e7\u00e3o de 66% dos entrevistados, o clima entre o presidente Jair Bolsonaro e os deputados e senadores \u00e9 &#8220;ruim&#8221; ou &#8220;p\u00e9ssimo&#8221;, praticamente o mesmo quadro de janeiro, quando o mundo pol\u00edtico lidava com os ecos de uma campanha eleitoral hostil ao establishment e com as expectativas de uma gest\u00e3o que ainda dava os primeiros passos. Para 83%, esta tamb\u00e9m tende a ser a fotografia dos pr\u00f3ximos seis meses. Nenhum dos consultados aposta em uma melhora nas rela\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O clima tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 bom entre o governo e o Judici\u00e1rio. Para 67% dos entrevistados, a rela\u00e7\u00e3o entre os Poderes \u00e9 apenas &#8220;regular&#8221;, ao passo que outros 33% a veem como &#8220;ruim&#8221;. Vale lembrar que Bolsonaro j\u00e1 sofreu duas derrotas relevantes no Supremo Tribunal Federal desde que assumiu a presid\u00eancia.<\/p>\n<p>Em uma delas, o plen\u00e1rio da Corte decidiu, por unanimidade, conceder uma liminar impedindo que um decreto pudesse extinguir conselhos e comit\u00eas federais em que h\u00e1 participa\u00e7\u00e3o da sociedade civil e cuja a exist\u00eancia conste em lei. Segundo informa\u00e7\u00f5es iniciais, a medida acabaria com cerca de 700 colegiados, embora tais grupos n\u00e3o tenham sido listados.<\/p>\n<p>Outra derrota foi imposta pelo ministro Lu\u00eds Roberto Barroso, que proferiu decis\u00e3o liminar suspendendo o efeito de uma medida provis\u00f3ria editada pelo pesselista transferindo a demarca\u00e7\u00e3o de terras ind\u00edgenas ao Minist\u00e9rio da Agricultura. Como a mudan\u00e7a j\u00e1 havia sido tentada em outra proposi\u00e7\u00e3o de mesma natureza, o magistrado entendeu que a medida ia de encontro com a jurisprud\u00eancia do tribunal.<\/p>\n<p>Defesa institucional<br \/>\nEm meio \u00e0 sucess\u00e3o de pol\u00eamicas envolvendo o Pal\u00e1cio do Planalto, at\u00e9 mesmo as rela\u00e7\u00f5es entre Legislativo e Judici\u00e1rio melhoraram, na percep\u00e7\u00e3o dos analistas pol\u00edticos. Segundo o Bar\u00f4metro de junho, 67% dos entrevistados veem como &#8220;boa&#8221; a rela\u00e7\u00e3o entre os dois Poderes. Em abril, quando temas como a PEC da bengala e a CPI Lava Toga estavam muito mais quentes entre os parlamentares, 30% classificavam a rela\u00e7\u00e3o como &#8220;ruim&#8221;, contra apenas 10% de avalia\u00e7\u00f5es positivas.<\/p>\n<p>&#8220;H\u00e1 muitos incentivos para que haja um alinhamento maior nas a\u00e7\u00f5es do Legislativo e do Judici\u00e1rio, buscando refor\u00e7ar sua legitimidade e posi\u00e7\u00e3o institucional diante da narrativa antissistema empregada pelos grupos mais pr\u00f3ximos ao n\u00facleo do arranjo bolsonarista&#8221;, pontuou um dos analistas.<\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio da atual gest\u00e3o, Bolsonaro tem adotado a estrat\u00e9gia de manter seu eleitor mobilizado e buscado no apoio popular respaldo pol\u00edtico para governar, a despeito dos obst\u00e1culos enfrentados nas rela\u00e7\u00f5es com os demais Poderes.<\/p>\n<p>No \u00faltimo domingo (30), manifestantes simp\u00e1ticos \u00e0 atual administra\u00e7\u00e3o sa\u00edram novamente \u00e0s ruas em cidades de todos os estados do pa\u00eds em defesa do ministro da Justi\u00e7a, S\u00e9rgio Moro, da Opera\u00e7\u00e3o Lava-Jato e da aprova\u00e7\u00e3o da reforma da Previd\u00eancia. Os atos tamb\u00e9m foram marcados por ataques ao Congresso e a ministros do STF.<\/p>\n<p>Campanha permanente<br \/>\nApesar dos atos em apoio a Bolsonaro, analistas pol\u00edticos veem um menor apoio da sociedade ao atual governo. Segundo a edi\u00e7\u00e3o de junho do Bar\u00f4metro do Poder, 58% veem como &#8220;regular&#8221; o endosso popular \u00e0 administra\u00e7\u00e3o, contra 33% de avalia\u00e7\u00f5es &#8220;baixo&#8221; e 8% de &#8220;alto&#8221;. Em abril, os percentuais eram de 50%, 20% e 30%, respectivamente.<\/p>\n<p>O que vem depois?<br \/>\nO Bar\u00f4metro do Poder tamb\u00e9m mostrou que h\u00e1 uma diverg\u00eancia entre os analistas quanto \u00e0 agenda legislativa que dever\u00e1 suceder a reforma da Previd\u00eancia \u2013 as expectativas majorit\u00e1rias s\u00e3o de que a proposta seja aprovada em agosto na C\u00e2mara e em outubro no Senado.<\/p>\n<p>Para 45% dos entrevistados, o Congresso dever\u00e1 manter em destaque na pauta medidas econ\u00f4micas, como a reforma tribut\u00e1ria. Outro grupo de igual tamanho espera uma concilia\u00e7\u00e3o entre agendas econ\u00f4mica, de costumes e seguran\u00e7a p\u00fablica.<\/p>\n<p>Uma das casas de an\u00e1lise participantes explicitou o risco de mais tens\u00e3o pol\u00edtica, em fun\u00e7\u00e3o da disputa pelo controle da agenda: \u201cBolsonaro tentar\u00e1 privilegiar pauta de costumes, mas C\u00e2mara, e Rodrigo Maia em particular, insistir\u00e3o na pauta econ\u00f4mica. Conflito \u00e0 vista\u201d.<\/p>\n<p>\u201cAs rela\u00e7\u00f5es do governo Jair Bolsonaro com Legislativo e Judici\u00e1rio v\u00e3o se acirrar depois da aprova\u00e7\u00e3o da reforma da Previd\u00eancia\u201d, pontuou um dos analistas pol\u00edticos participantes.<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o dos especialistas sobre a probabilidade de aprova\u00e7\u00e3o de mudan\u00e7as no atual sistema de aposentadorias \u00e9 elevada. De acordo com a edi\u00e7\u00e3o de junho do Bar\u00f4metro do Poder, 67% dos entrevistados veem como &#8220;muito alta&#8221; a chance de uma reforma ser aprovada pelos congressistas durante o governo Bolsonaro. Outros 33% indicam probabilidade &#8220;alta&#8221;.<\/p>\n<p>A boa not\u00edcia para o governo pode soar como contradit\u00f3ria com a avalia\u00e7\u00e3o de um relacionamento conturbado mantido com o Congresso Nacional. Vale lembrar que a Proposta de Emenda \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o apresentada em fevereiro precisa do apoio de 3\/5 dos membros de cada casa legislativa para ser aprovada \u2013 ou seja, pelo menos 308 deputados e 49 senadores.<\/p>\n<p>Uma das hip\u00f3teses que explicam tal paradoxo foi levantada espontaneamente pelos analistas no Bar\u00f4metro. \u201cA Reforma da Previd\u00eancia, caso seja aprovada, o ser\u00e1 apesar do governo Bolsonaro, n\u00e3o pelo governo\u201d, afirmou um dos analistas. \u201cA proposta final ser\u00e1 mais Maia\/Alcolumbre do que Guedes\u201d, disse outro.<\/p>\n<p>Alguns vislumbram uma piora no ambiente pol\u00edtico depois de uma eventual aprova\u00e7\u00e3o da PEC de reforma previdenci\u00e1ria justamente pela aus\u00eancia de pautas que, apesar de impopulares, pudessem unir distintas for\u00e7as pol\u00edticas. Com isso, a disputa pelo controle da agenda dever\u00e1 ser mais intensa. E com um agravante: \u201cA antecipa\u00e7\u00e3o da campanha de 2022 vai estressar ainda mais a rela\u00e7\u00e3o do governo Jair Bolsonaro com outros atores pol\u00edticos\u201d, projetou um especialista.<\/p>\n<p>O saldo do semestre<br \/>\nQuando questionados sobre o balan\u00e7o dos seis primeiros meses da atual administra\u00e7\u00e3o, 73% dos analistas responderam ver o presidente enfraquecido pela sucess\u00e3o de atritos com o parlamento, por conflitos internos e pelas dificuldades de aprovar uma agenda no parlamento, al\u00e9m de importantes derrotas.<\/p>\n<p>Outros 9% entendem que o presidente saiu fortalecido por ter formado uma estrutura ministerial alheia \u00e0s lideran\u00e7as partid\u00e1rias e conseguido avan\u00e7ar em algumas de suas pautas, apesar de atritos e algumas derrotas em plen\u00e1rio. Por esta linha de racioc\u00ednio, Bolsonaro teria conseguido vencer algumas batalhas, apesar da nega\u00e7\u00e3o do presidencialismo de coaliz\u00e3o.<\/p>\n<p>Dois analistas optaram por um caminho do meio nesta avalia\u00e7\u00e3o inicial do governo. &#8220;Bolsonaro perdeu capital pol\u00edtico, mas mant\u00e9m apoio de parcela expressiva da sociedade e tem a seu o fato de o Congresso estar levando adiante a pauta econ\u00f4mica das reformas. Tens\u00e3o com Congresso \u00e9 um problema grave&#8221;, escreveu um deles.<\/p>\n<p>&#8220;O presidente colecionou sucessos e fracassos. Manteve-se fiel ao seu discurso de campanha e com um alto \u00edndice de engajamento com uma parcela significativa da popula\u00e7\u00e3o. Ao mesmo tempo, o presidente n\u00e3o logrou consolidar o apoio de eleitores mais moderados. Al\u00e9m disso, o abandono das pr\u00e1ticas tradicionais do presidencialismo de coaliz\u00e3o trouxe maior morosidade para a aprova\u00e7\u00e3o de medidas priorit\u00e1rias e o avan\u00e7o de temas subjacentes \u00e0 reforma da Previd\u00eancia&#8221;, avaliou outro analista.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>FONTE:\u00a0INFOMONEY<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Analistas elevam proje\u00e7\u00f5es para bancada &#8220;independente&#8221; no parlamento, na medida em que governo n\u00e3o investe na forma\u00e7\u00e3o de coaliz\u00e3o. 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