{"id":6675,"date":"2019-02-22T14:12:30","date_gmt":"2019-02-22T17:12:30","guid":{"rendered":"http:\/\/bbconsultoria.net\/site\/?p=6675"},"modified":"2019-03-05T14:24:21","modified_gmt":"2019-03-05T17:24:21","slug":"desemprego-e-o-maior-em-7-anos-em-13-capitais-do-pais-diz-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bbconsultoria.net\/site\/desemprego-e-o-maior-em-7-anos-em-13-capitais-do-pais-diz-ibge\/","title":{"rendered":"Desemprego \u00e9 o maior em 7 anos em 13 capitais do pa\u00eds, diz IBGE"},"content":{"rendered":"<h3>19 capitais tiveram \u00edndice de desemprego maior que a m\u00e9dia nacional de 12,3% no ano passado; Florian\u00f3polis foi a capital com menor taxa de desemprego em 2018.<\/h3>\n<p>A taxa m\u00e9dia de desocupa\u00e7\u00e3o em 2018 foi a maior dos \u00faltimos sete anos em 13 capitais do pa\u00eds. Dezenove capitais tiveram \u00edndice de desemprego maior que a m\u00e9dia nacional de 12,3% no ano passado. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) nesta sexta-feira (22).<\/p>\n<p>Taxa m\u00e9dia de desocupa\u00e7\u00e3o anual nas capitais em 2018:<\/p>\n<p>Porto Velho (RO): 13,7%<br \/>\nRio Branco (AC): 13,9%<br \/>\nManaus (AM): 18,1%<br \/>\nBoa Vista (RR): 12,4%<br \/>\nBel\u00e9m (PA): 13,4%<br \/>\nMacap\u00e1 (AP): 18,2%<br \/>\nPalmas (TO): 13,7%<br \/>\nS\u00e3o Lu\u00eds (MA): 16,4%<br \/>\nTeresina (PI): 13,6%<br \/>\nFortaleza (CE): 10,8%<br \/>\nNatal (RN): 13,5%<br \/>\nJo\u00e3o Pessoa (PB): 11,9%<br \/>\nRecife (PE): 16,3%<br \/>\nMacei\u00f3 (AL): 16,7%<br \/>\nAracaju (SE): 16,4%<br \/>\nSalvador (BA): 16,1%<br \/>\nBelo Horizonte (MG): 12,5%<br \/>\nVit\u00f3ria (ES): 12,5%<br \/>\nRio de Janeiro (RJ): 12,6%<br \/>\nS\u00e3o Paulo (SP): 14,2%<br \/>\nCuritiba (PR): 9,4%<br \/>\nFlorian\u00f3polis (SC): 6,5%<br \/>\nPorto Alegre (RS): 9,5%<br \/>\nCampo Grande (MS): 6,6%<br \/>\nCuiab\u00e1 (MT): 10%<br \/>\nGoi\u00e2nia (GO): 7%<br \/>\nBras\u00edlia (DF): 12,7%<br \/>\nFlorian\u00f3polis, Campo Grande e Goi\u00e2nia foram as capitais com a menor taxa de desemprego apurada em 2018. Macap\u00e1, Manaus e Macei\u00f3 foram as com o maior \u00edndice de desocupa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Capitais que tiveram recorde de desemprego em 2018:<\/p>\n<p>Porto Velho (RO)<br \/>\nBoa Vista (RR)<br \/>\nBel\u00e9m (PA)<br \/>\nMacap\u00e1 (AP)<br \/>\nTeresina (PI)<br \/>\nJo\u00e3o Pessoa (PB)<br \/>\nRecife (PE)<br \/>\nMacei\u00f3 (AL)<br \/>\nAracaju (SE)<br \/>\nVit\u00f3ria (ES)<br \/>\nRio de Janeiro (RJ)<br \/>\nS\u00e3o Paulo (SP)<br \/>\nPorto Alegre (RS)<br \/>\nApesar de ser a segunda capital com maior \u00edndice de desemprego, Manaus n\u00e3o est\u00e1 entre as capitais com recorde em 2018 porque a taxa caiu de 20,2% em 2017 para 18,1% em 2018. J\u00e1 Salvador foi a capital com maior crescimento na taxa, de 14,9% pra 16,1%. No entanto, o recorde da capital baiana foi em 2016, com 17,1%.<\/p>\n<p>A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11,6% no trimestre encerrado em dezembro do ano passado, atingindo 12,2 milh\u00f5es de brasileiros. A taxa representa uma estabilidade frente ao trimestre encerrado em novembro e um recuo de 0,3 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o ao 3\u00ba trimestre (11,9%). No ano de 2018, a taxa m\u00e9dia de desocupa\u00e7\u00e3o foi de 12,3%, ante 12,7% em 2017.<\/p>\n<p>O Sudeste foi a regi\u00e3o com maior propor\u00e7\u00e3o de capitais com recorde de desemprego em 2018, com destaque para Vit\u00f3ria, Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Metade das capitais do Norte e dois ter\u00e7os das do Nordeste est\u00e3o nessa situa\u00e7\u00e3o. Apenas no Centro-Oeste nenhuma capital apresentou alta na taxa de desocupa\u00e7\u00e3o, segundo o IBGE. Tamb\u00e9m houve aumentos no desemprego em oito regi\u00f5es metropolitanas.<\/p>\n<p>\u201cPercebe-se que o problema \u00e9 mais forte nos grandes centros urbanos, acompanhando as maiores concentra\u00e7\u00f5es da popula\u00e7\u00e3o. \u00c9 um desemprego metropolitano, bem maior do que no interior do pa\u00eds\u201d, comenta o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo.<\/p>\n<p>Mesmo nos estados em que a desocupa\u00e7\u00e3o caiu entre 2017 e 2018, a situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o melhorou no longo prazo. \u201cObservamos que nenhuma capital ou regi\u00e3o metropolitana teve redu\u00e7\u00e3o na desocupa\u00e7\u00e3o entre 2014 e 2018. Ao contr\u00e1rio, h\u00e1 aumentos bastante expressivos no per\u00edodo\u201d, explica.<\/p>\n<p>Por regi\u00f5es, Nordeste (14,9%) e Sudeste (12,9%) tiveram taxa de desocupa\u00e7\u00e3o maior que a nacional de 12,3%. Norte (12%), Centro-Oeste (9,4%) e Sul (8%) tiveram \u00edndices abaixo da m\u00e9dia nacional.<\/p>\n<p>Carteira assinada<br \/>\nO n\u00famero de trabalhadores ocupados com carteira de trabalho assinada foi o menor em 7 anos no Nordeste, Sudeste e Sul. No Sudeste, o menor contingente de trabalhadores formais foi registrado em 2017, enquanto no Centro-Oeste havia sido em 2012.<\/p>\n<p>Entre os estados, foi o menor n\u00famero de carteira assinada em 13 das 27 unidades da Federa\u00e7\u00e3o em 7 anos:<\/p>\n<p>Roraima<br \/>\nMaranh\u00e3o<br \/>\nCear\u00e1<br \/>\nRio Grande do Norte<br \/>\nPara\u00edba<br \/>\nAlagoas<br \/>\nSergipe<br \/>\nBahia<br \/>\nRio de Janeiro<br \/>\nS\u00e3o Paulo<br \/>\nParan\u00e1<br \/>\nRio Grande do Sul<br \/>\nGoi\u00e1s<br \/>\nSegundo o pesquisador, a carteira de trabalho teve queda em todos os estados entre 2017 e 2018. Desde 2014, as quedas s\u00e3o ainda mais expressivas. \u201cIsso revela a qualidade do emprego sendo gerado nos \u00faltimos anos. Com a redu\u00e7\u00e3o da carteira de trabalho e o aumento da informalidade, a contribui\u00e7\u00e3o para a Previd\u00eancia tamb\u00e9m cai, o que cria problemas mais \u00e0 frente\u201d, alerta.<\/p>\n<p>Em 2018, eram 11,2 milh\u00f5es de pessoas sem carteira. Frente a 2017, houve aumento de 4,5% (482 mil pessoas). Entre as UFs, as maiores propor\u00e7\u00f5es foram no Mato Grosso (54%), Goi\u00e1s (52,8%) e Maranh\u00e3o (49,2%), e as menores foram em Santa Catarina (12%), Rio Grande do Sul (17,6%) e S\u00e3o Paulo (18,6%).<\/p>\n<p>N\u00famero de pessoas ocupadas sobe<br \/>\nSegundo o IBGE havia 91,8 milh\u00f5es de pessoas ocupadas em 2018 &#8211; em 2017, eram 90.647. Sudeste era a regi\u00e3o com maior n\u00famero de pessoas trabalhando:<\/p>\n<p>Norte 7.206<br \/>\nNordeste 21.290<br \/>\nSudeste 41.150<br \/>\nSul 14.548<br \/>\nCentro-Oeste 7.667<br \/>\nEntre os estados, os maiores contingentes estavam em S\u00e3o Paulo (21.908) e Minas Gerais (10.046). J\u00e1 os menores estavam Roraima (196) e Amap\u00e1 (295).<\/p>\n<p>Estados que registraram menor contingente de pessoas ocupadas em 2018:<\/p>\n<p>Amap\u00e1<br \/>\nMaranh\u00e3o<br \/>\nAlagoas<br \/>\nSergipe<br \/>\nBahia<br \/>\nRio Grande do Sul<br \/>\nPor conta pr\u00f3pria<br \/>\nEntre os 91,8 milh\u00f5es de pessoas ocupadas em 2018, 25,4% (23,3 milh\u00f5es de pessoas) trabalhavam por conta pr\u00f3pria. Entre as UFs, os maiores percentuais foram no Par\u00e1 (34,8%), Maranh\u00e3o (33,4%) e Amazonas (33,0%), enquanto os menores ficaram com o Distrito Federal (18,9%), S\u00e3o Paulo (21,4%) e Santa Catarina (22,2%).<\/p>\n<p>Em n\u00fameros absolutos, S\u00e3o Paulo teve o maior n\u00famero: 4.697, seguido de Minas (2.357) e Rio de Janeiro (2.006). Sudeste tinha 9.524 trabalhadores por conta pr\u00f3pria, seguido do Nordeste (6.172).<\/p>\n<p>Cresce desalento<br \/>\nO percentual de pessoas que est\u00e3o desempregadas e desistiram de procurar emprego, as chamadas desalentadas, cresceu 12,3% em rela\u00e7\u00e3o a 2017.<\/p>\n<p>Entre as unidades da Federa\u00e7\u00e3o, Alagoas (16,4%) e Maranh\u00e3o (15,7%) tinham as maiores taxas de desalento e Rio de Janeiro (1,1%) e Santa Catarina (0,8%), as menores.<\/p>\n<p>Destaques do 4\u00ba trimestre<br \/>\nEm rela\u00e7\u00e3o ao 3\u00ba trimestre, no \u00faltimo trimestre de 2018, a taxa de desemprego caiu apenas em 6 das 27 unidades da Federa\u00e7\u00e3o. As quedas ocorreram em Sergipe, Pernambuco, Esp\u00edrito Santo, Rio Grande do Sul, Paran\u00e1 e S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>As maiores taxas de desocupa\u00e7\u00e3o foram no Amap\u00e1 (19,6%), Bahia (17,4%), e Alagoas (15,9%). As menores foram em Santa Catarina (6,4%), Mato Grosso (6,9%) e Mato Grosso do Sul (7,0%).<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>19 capitais tiveram \u00edndice de desemprego maior que a m\u00e9dia nacional de 12,3% no ano passado; Florian\u00f3polis foi a capital com menor taxa de desemprego em 2018. A taxa m\u00e9dia de desocupa\u00e7\u00e3o em 2018 foi a maior dos \u00faltimos sete anos em 13 capitais do pa\u00eds. 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